Apenas 8,5% do crédito para bioeconomia foca em comunidades da Amazônia

Levantamento foi da Impact Finance que aponta fragmentação de recursos e muita dificuldade de acesso para produtores locais; tecnologia e 'finanças híbridas' surgem como solução para manter a floresta em pé.

Embora haja variedade de mecanismos, que vão de subsídios e fundos de capital aos instrumentos como créditos de biodiversidade e trocas de dívida por natureza, o principal desafio identificado não é a ausência de recursos, mas a dificuldade de acesso para empreendedores locais e a inadequação dos modelos financeiros às realidades territoriais da Amazônia.

O estudo também aponta que 57,5% operam com financiamento combinado, integrando capital público, privado e filantrópico, estrutura considerada estratégica para reduzir riscos e ampliar o fluxo de investimentos voltados a cadeias sustentáveis e inclusivas.

Fundo estruturado pela Impact Finance visa proteger 32 milhões de hectares de terras indígenas por meio da economia sustentável.

O estudo completo “Financiando a Bioeconomia da Pan-Amazônia” pode ser acessado no site: naturefinance.net.

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